<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<!-- generator="wordpress/2.0.3" -->
<rss version="2.0" 
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	>

<channel>
	<title>DouglasBete.com.br</title>
	<link>http://www.douglasbete.com.br/blog</link>
	<description>Just another WordPress weblog</description>
	<pubDate>Sun, 28 Sep 2008 17:59:01 +0000</pubDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.0.3</generator>
	<language>en</language>
			<item>
		<title>Tartaruga extinta pode &#8216;voltar a viver&#8217; em Galápagos</title>
		<link>http://www.douglasbete.com.br/blog/archives/434</link>
		<comments>http://www.douglasbete.com.br/blog/archives/434#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 28 Sep 2008 17:59:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>douglas</dc:creator>
		
	<category>Zoologia</category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.douglasbete.com.br/blog/archives/434</guid>
		<description><![CDATA[Tartaruga extinta pode &#8216;voltar a viver&#8217; em Galápagos 
Richard Black
Da BBC News em Londres

Tartaruga encontrada em Isabela é semelhante a espécie extinta
Um tipo de tartaruga das ilhas Galápagos poderia voltar a existir com o cruzamento de espécies semelhantes encontradas no próprio arquipélago, segundo cientistas da Universidade de Yale, em New Haven, nos Estados Unidos.Em texto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Tartaruga extinta pode &#8216;voltar a viver&#8217; em Galápagos </p>
<p>Richard Black<br />
Da BBC News em Londres</p>
<p><img id="image433" height=95 alt=aaaaaaaa.jpg src="http://www.douglasbete.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/09/aaaaaaaa.miniatura.jpg" /><br />
Tartaruga encontrada em Isabela é semelhante a espécie extinta<br />
Um tipo de tartaruga das ilhas Galápagos poderia voltar a existir com o cruzamento de espécies semelhantes encontradas no próprio arquipélago, segundo cientistas da Universidade de Yale, em New Haven, nos Estados Unidos.<a id="more-434"></a></strong>Em texto publicado na revista acadêmica <em><strong>Proceedings of the National Academy of Sciences</strong></em>, os pesquisadores afirmam ter encontrado parentes vivos da tartaruga conhecida como <em><strong>geochelone elephantopus</strong></em>, que vivia na ilha de Floreana. </p>
<p>O cruzamento entre essas tartarugas que ainda existem poderia levar ao ressurgimento do animal extinto - mas isso poderia levar até um século. </p>
<p><strong>&#8220;Nós podemos precisar de três ou quatro gerações para fazer isso&#8221;</strong>, disse Gisella Caccone, da Universidade de Yale. </p>
<p><strong>&#8220;Mas, em teoria, pode ser feito, e acho que é bem excitante poder trazer de volta à vida um genoma que pensávamos estar perdido&#8221;</strong>, acrescentou. </p>
<p><strong>Darwin</strong></p>
<p>A distribuição de tartarugas parentes entre as ilhas Galápagos foi uma das provas usadas por Charles Darwin para elaborar a sua teoria da evolução. </p>
<p>Mas das 15 espécies encontradas por Darwin no arquipélago em 1835, quatro já se tornaram extintas. A elephantopus se tornor extinta menos de duas décadas depois da visita. </p>
<p>Darwin observou que as tartarugas encontradas em muitas das ilhas tinham características em comum, mas eram diferentes de uma ilha para a outra. </p>
<p>Ele depois chegou à conclusão de que os animais haviam sido levados às ilhas de Galápagos da América do Sul, onde espécies semelhantes podem ser encontradas. </p>
<p>Darwin também notou que muitas das tartarugas estavam sendo levadas por navegadores para serem mortas e ingeridas mais tarde.</p>
<p>Caccone diz acreditar que cerca de 250 mil tartarugas podem ter sido removidas desta forma.</p>
<p><strong>Floreana e Isabela</strong><br />
A ilha de Floreana, onde a baixa altitude faz com que a caça de espécies selvagens seja relativamente fácil, foi esvaziada mais do que todas, levando ao desaparecimento da <strong>Geochelone elephantopus</strong>.</p>
<p>A maior ilha de todas, Isabela, foi menos abordada por navegadores e, agora, perto de um de seus vulcões, pesquisadores encontraram um grupo de animais que não se parecem com os outros ainda existentes no arquipélago. </p>
<p>Uma análise genética recente mostrou que esses animais são semelhantes à especie que antes vivia em Floreana.</p>
<p>A provável explicação é que os navios de caça muitas vezes percebiam que haviam levado mais tartarugas do que precisavam e decidiam deixá-las em águas rasas ao retornar pelo arquipélogo. </p>
<p>Algumas das tartarugas de Floreana teriam, então, chegado à Isabela, onde seus genes se misturaram aos de outras espécies - lentamente, já que os animais levam cerca de 25 anos para produzir uma nova geração. </p>
<p>Mas encontrar parentes de uma espécie extinta é uma coisa, outra é usar essa herança genética para trazê-la de volta.</p>
<p>A equipe de Yale planeja realizar uma pesquisa mais extensa na ilha de Isabela para identificar mais animais que levam os genes da elephantopus. </p>
<p>Caccone afirma que seria necessário então escolher determinados animais dependendo do tipo de gene que carregam.</p>
<p>Mas os longos intervalos entre as gerações de tartarugas indicam que, mesmo que tenha início, o projeto não deve ser concluído em breve. Um século seria uma aposta razoável. </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRSS>http://www.douglasbete.com.br/blog/archives/434/feed/</wfw:commentRSS>
		</item>
		<item>
		<title>Emergentes emitem &#8216;mais da metade&#8217; de CO2, diz estudo</title>
		<link>http://www.douglasbete.com.br/blog/archives/432</link>
		<comments>http://www.douglasbete.com.br/blog/archives/432#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 28 Sep 2008 17:53:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>douglas</dc:creator>
		
	<category>Meio-ambiente</category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.douglasbete.com.br/blog/archives/432</guid>
		<description><![CDATA[Emergentes emitem &#8216;mais da metade&#8217; de CO2, diz estudo 

Emissões de carbono contabilizaram 10 milhões toneladas em 2007
Os países em desenvolvimento respondem atualmente por mais da metade das emissões de carbono do mundo, segundo um estudo divulgado nesta sexta-feira pelo consórcio Global Carbon Project (GCP).De acordo com o relatório Carbon Budget and Trends 2007 (Orçamento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Emergentes emitem &#8216;mais da metade&#8217; de CO2, diz estudo </p>
<p><img id="image431" height=95 alt=aaaaaa.jpg src="http://www.douglasbete.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/09/aaaaaa.miniatura.jpg" /><br />
Emissões de carbono contabilizaram 10 milhões toneladas em 2007<br />
Os países em desenvolvimento respondem atualmente por mais da metade das emissões de carbono do mundo, segundo um estudo divulgado nesta sexta-feira pelo consórcio Global Carbon Project (GCP).<a id="more-432"></a></strong>De acordo com o relatório Carbon Budget and Trends 2007 (Orçamento do carbono e tendências), até 2005 os países ricos eram os responsáveis pela maior parte das emissões de CO2 produzidas pelo homem. </p>
<p><strong>“Hoje, os países em desenvolvimento respondem por 53% do total”</strong>, dizem os cientistas.</p>
<p>Segundo o relatório, o maior aumento das emissões veio de países como China e Índia. Em 2006, a China ultrapassou os Estados Unidos e se tornou o maior emissor mundial de carbono. E a Índia poderá se tornar em breve o quarto maior emissor ao passar a frente da Rússia, afirma o relatório do GCP. </p>
<p>O estudo aponta que as emissões de carbono contabilizaram 10 milhões toneladas em 2007. Sozinha, a queima de combustíveis fósseis respondeu por 8,5 bilhões de toneladas e o restante foi proveniente do uso inadequado da terra, principalmente do desmatamento. </p>
<p>O trabalho, assinado por oito cientistas, também concluiu que as emissões oriundas da queima dos combustíveis fósseis nos últimos sete anos são quatro vezes maiores do que as da década passada. </p>
<p>A devastação das florestas tropicais provocou emissões de 1,5 bilhão de toneladas de carbono no ano passado. América Latina e Ásia responderam por 600 milhões toneladas e a África por 300 milhões. </p>
<p><strong>Degradação</strong></p>
<p>Os números divulgados pelo GCP ainda mostram que as concentrações atmosféricas de dióxido de carbono aumentaram 2,2 partes por milhão (ppm) em 2007, atingindo 383 ppm. Em 2006, o aumento havia sido de 1,8 ppm. </p>
<p>Segundo os cientistas, ao atingir 383 ppm no ano passado, a concentração de CO2 estava 37% acima da que teria sido registrada em 1750, início da Revolução Industrial. </p>
<p><strong>“A concentração atual é a maior nos últimos 650 mil anos e, muito provavelmente, nos últimos 20 milhões de anos”</strong>, diz o documento. </p>
<p>O estudo, que será apresentado nesta sexta-feira em conferências simultâneas em Paris e em Washington, ainda concluiu que o índice anual de emissões aumentou desde o início do milênio. </p>
<p>Entre 2000 e 2007, o aumento médio anual das emissões foi de 2,0 ppm. Nos anos 70, este número foi de 1,3 ppm, na década de 80 de 1,6 ppm, e nos anos 90 de 1,5 ppm. </p>
<p>Ainda de acordo com o relatório, as bacias naturais, como oceanos e florestas, tiveram sua capacidade de seqüestrar carbono reduzida em 5% nos últimos 50 anos, uma degradação que, segundo os especialistas <strong>“continuará no futuro”</strong>. </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRSS>http://www.douglasbete.com.br/blog/archives/432/feed/</wfw:commentRSS>
		</item>
		<item>
		<title>Cientistas acham sinais de cidades ancestrais no Xingu</title>
		<link>http://www.douglasbete.com.br/blog/archives/430</link>
		<comments>http://www.douglasbete.com.br/blog/archives/430#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 30 Aug 2008 22:26:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>douglas</dc:creator>
		
	<category>Paleontologia</category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.douglasbete.com.br/blog/archives/430</guid>
		<description><![CDATA[Cientistas acham sinais de cidades ancestrais no Xingu
  
Traços de cidades estão quase totalmente cobertos pela floresta
Cientistas disseram ter encontrado evidências da existência de comunidades urbanas tão complexas quanto as da Europa Medieval ou as da Grécia Antiga na região do Alto Xingu, na Amazônia.Em um artigo publicado na revista científica Nature, pesquisadores da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Cientistas acham sinais de cidades ancestrais no Xingu<br />
 <img id="image429" height=95 alt=Selva.jpg src="http://www.douglasbete.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/08/Selva.miniatura.jpg" /> </p>
<p>Traços de cidades estão quase totalmente cobertos pela floresta<br />
Cientistas disseram ter encontrado evidências da existência de comunidades urbanas tão complexas quanto as da Europa Medieval ou as da Grécia Antiga na região do Alto Xingu, na Amazônia.</strong><a id="more-430"></a>Em um artigo publicado na revista científica Nature, pesquisadores da Universidade da Flórida afirmaram ter encontrado sinais da existência de vilarejos e cidades cercadas por muralhas, conectadas por redes de estradas e organizadas ao redor de grandes praças centrais. </p>
<p>Há também sinais de atividades agropecuárias extensivas, inclusive possíveis resquícios de criações de peixes.</p>
<p>Essas aglomerações urbanas datam de antes da chegada dos europeus, em 1492, e estão quase completamente cobertas pela floresta tropical, segundo os cientistas. </p>
<p><strong>Descendentes</strong></p>
<p>Os pesquisadores disseram que, apesar de os indícios da existência dessas cidades estarem quase invisíveis, foram identificados por membros da tribo Kuikuro, que habita a região. </p>
<p>Esses índios, segundo os cientistas, são descendentes diretos dos povos que habitaram essas cidades.</p>
<p>Os cientistas também usaram imagens de satélite e tecnologia de navegação por GPS para mapear essas comunidades antigas, em um trabalho realizado ao longo de uma década. </p>
<p>Os pesquisadores afirmaram que um aspecto importante dessa descoberta é a constatação de que uma região da Amazônia antes considerada intacta na verdade já foi cenário de extensiva atividade humana no passado. </p>
<p>Conforme os cientistas, essas descobertas poderão fornecer lições para estimular o desenvolvimento sustentável da região.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRSS>http://www.douglasbete.com.br/blog/archives/430/feed/</wfw:commentRSS>
		</item>
		<item>
		<title>Derretimento no Ártico atingiu nível crítico, dizem cientistas</title>
		<link>http://www.douglasbete.com.br/blog/archives/428</link>
		<comments>http://www.douglasbete.com.br/blog/archives/428#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 30 Aug 2008 22:21:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>douglas</dc:creator>
		
	<category>Meio-ambiente</category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.douglasbete.com.br/blog/archives/428</guid>
		<description><![CDATA[Derretimento no Ártico atingiu nível crítico, dizem cientistas 
Richard Black
Analista de meio ambiente da BBC News

Verões sem gelo afetariam animais e habitantes do Ártico 
Cientistas americanos advertiram que a área coberta de gelo no Ártico se reduziu a seu segundo menor nível desde o início dos registros por satélite, há 30 anos - o pode [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Derretimento no Ártico atingiu nível crítico, dizem cientistas </p>
<p>Richard Black<br />
Analista de meio ambiente da BBC News<br />
<img id="image427" height=46 alt=Barco.jpg src="http://www.douglasbete.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/08/Barco.miniatura.jpg" /><br />
Verões sem gelo afetariam animais e habitantes do Ártico </p>
<p>Cientistas americanos advertiram que a área coberta de gelo no Ártico se reduziu a seu segundo menor nível desde o início dos registros por satélite, há 30 anos - o pode indicar que o derretimento chegou a um nível em que seus efeitos começam a se tornar irreversíveis.</strong><a id="more-428"></a>O derretimento este ano foi medido mais cedo que o normal. Por isso, os cientistas acreditam que a área pode diminuir ainda mais, para uma superfície menor que a registrada em setembro do ano passado, a menor já registrada. </p>
<p><strong>&#8220;Podemos muito bem estar em uma rápida trajetória rumo a superar um ponto sem volta&#8221;, disse o cientista sênior do Centro Nacional de Monitoramento de Neve e Gelo (NSIDC, sigla em inglês), no Colorado, Mark Serreze. &#8220;Estamos passando agora por esse ponto.&#8221; </strong><br />
Em 26 de agosto, a área coberta de gelo do Ártico media 5,26 milhões de quilômetros quadrados. </p>
<p>Em 2005, foi registrada uma área coberta semelhante, de 5,32 milhões de quilômetros quadrados - mas a medição desse ano foi feita em setembro, um mês antes da medição deste ano. </p>
<p>No recorde de derretimento, registrado em setembro de 2007, o gelo cobria apenas 4,13 milhões de quilômetros de quadrados. A título de comparação, a extensão de 1980 era de 7,8 milhões de quilômetros quadrados. </p>
<p>A maior parte da cobertura atual consiste em uma camada relativamente fina de gelo, formada durante um só inverno e que derrete mais facilmente que o gelo formado ao longo de muitos anos. </p>
<p><strong>Verões sem gelo</strong></p>
<p>Independentemente de o recorde de 2007 se manter ou ser quebrado nas próximas semanas, a tendência no longo prazo é evidente, dizem os cientistas: o gelo está declinando de forma mais acentuada que há uma década, o que transformará progressivamente o Ártico em uma região de mar aberto durante o verão. </p>
<p>Uma previsão feita há alguns anos estimava que até 2080 o verão ártico se caracterizará por ser uma estação sem gelo.</p>
<p>Posteriormente, modelos de computador começaram a antecipar as datas para algo entre 2030 e 2050; hoje, alguns cientistas crêem que isto pode ocorrer dentro de cinco anos. </p>
<p>Um fenômeno que trará novas oportunidades, incluindo a chance de explorar petróleo e gás na região. A queima deste combustível elevaria o nível das emissões de gases que causam o efeito estufa na atmosfera. </p>
<p>A ausência de verões gelados no Ártico teria impactos locais e globais. A imagem do urso polar em busca de gelo já é familiar; mas outras espécies, como focas, também sofreriam mudanças em seu hábitat, assim como muitos habitantes do Ártico. </p>
<p>Globalmente, o derretimento do gelo ártico reforçaria o fenômeno do aquecimento, já que águas abertas absorvem mais energia do sol que o gelo.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRSS>http://www.douglasbete.com.br/blog/archives/428/feed/</wfw:commentRSS>
		</item>
		<item>
		<title>Mordida de tubarão branco chega a 1,8 tonelada, diz estudo</title>
		<link>http://www.douglasbete.com.br/blog/archives/426</link>
		<comments>http://www.douglasbete.com.br/blog/archives/426#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 05 Aug 2008 23:28:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>douglas</dc:creator>
		
	<category>Zoologia</category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.douglasbete.com.br/blog/archives/426</guid>
		<description><![CDATA[Mordida de tubarão branco chega a 1,8 tonelada, diz estudo 

Estratégias de caça podem elevar força da mordida, diz estudo
A mordida de um tubarão branco da espécie Carcharodon carcharias pode chegar a 1,8 tonelada - cerca de metade da força da mordida de um Tiranossauro rex, segundo um estudo de pesquisadores australianos.O estudo reconstruiu digitalmente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Mordida de tubarão branco chega a 1,8 tonelada, diz estudo </p>
<p><img id="image425" height=96 alt=tubarao.jpg src="http://www.douglasbete.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/08/tubarao.miniatura.jpg" /><br />
Estratégias de caça podem elevar força da mordida, diz estudo<br />
A mordida de um tubarão branco da espécie <em>Carcharodon carcharias</em> pode chegar a 1,8 tonelada - cerca de metade da força da mordida de um Tiranossauro rex, segundo um estudo de pesquisadores australianos.</strong>O estudo reconstruiu digitalmente a mandíbula do maior peixe predador ainda vivo – mitificado no filme Tubarão – utilizando a chamada de técnica de análise de elementos finitos, usada na construção de edifícios e de carros.<br />
<a id="more-426"></a><br />
Um <em><strong>Carcharodon carcharias</strong></em> de 2,4 metros e 240 quilos tem, relativamente a suas dimensões e sua massa corporal, uma das mordidas mais fortes do mundo, eles concluíram. </p>
<p>Com base nos cálculos, estimaram que um grande exemplar da mesma espécie – medindo 6,4 metros de comprimento e pesando 3,3 mil quilos – pode gerar uma força de até 1,8 tonelada com sua mordida. </p>
<p><strong>Força &#8216;real&#8217;</strong></p>
<p>O coordenador da pesquisa, Stephen Wroe, da Universidade de New South Wales, em Sydney, disse que o comportamento dos predadores varia durante um ataque segundo o tipo e o tamanho das presas. </p>
<p>&#8220;Os modelos apresentados na pesquisa se limitam ao cálculo do comportamento mecânico em relação à elevação da mandíbula inferior&#8221;, ressalvou, em um artigo publicado na revista científica Journal of Zoology, da Zoological Society of London. </p>
<p>&#8220;Alguns comportamentos observados, como o balanço lateral, podem incorporar outras forças geradas além da região do crânio, capazes de amplificar as medições registradas nos pontos de mordida de nossos modelos&#8221;, explicou. </p>
<p>&#8220;Portanto, dependendo de como se define a força da mordida, é provável que a força total experimentada pela presa seja maior que aquelas estimadas aqui.&#8221; </p>
<p>Segundo artigo, o ataque de um <em><strong>C. carcharias</strong></em> seria pouco diante da investida de seu ancestral <em><strong>Carcharodon megalodon</strong></em>, extinto há 1,5 milhão de anos e capaz de comer uma baleia. </p>
<p>Com 16 metros e quase 100 toneladas – supostamente o maior carnívoro entre todos os conhecidos –, a mordida de um <em><strong>C. megalodon</strong></em> variava entre cerca de 10.8 a 18.2 toneladas, estimaram os cientistas.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRSS>http://www.douglasbete.com.br/blog/archives/426/feed/</wfw:commentRSS>
		</item>
		<item>
		<title>Levantamento indica que quase 50% dos primatas correm perigo</title>
		<link>http://www.douglasbete.com.br/blog/archives/424</link>
		<comments>http://www.douglasbete.com.br/blog/archives/424#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 05 Aug 2008 23:21:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>douglas</dc:creator>
		
	<category>Zoologia</category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.douglasbete.com.br/blog/archives/424</guid>
		<description><![CDATA[Levantamento indica que quase 50% dos primatas correm perigo; veja fotos 

Levantamento indica melhor situação dos micos-leões no Brasil
Um levantamento sobre a situação dos primatas do mundo nos últimos cinco anos indica que quase metade (48%) das espécies desse tipo de animal corre atualmente risco de extinção.Os dados divulgados pela União Internacional para a Conservação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Levantamento indica que quase 50% dos primatas correm perigo; veja fotos </p>
<p><img id="image422" height=96 alt=mico.jpg src="http://www.douglasbete.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/08/mico.miniatura.jpg" /><br />
Levantamento indica melhor situação dos micos-leões no Brasil<br />
Um levantamento sobre a situação dos primatas do mundo nos últimos cinco anos indica que quase metade (48%) das espécies desse tipo de animal corre atualmente risco de extinção.</strong>Os dados divulgados pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês) – que servem como base para elaborar a “lista vermelha” de espécies ameaçadas da instituição –, indicam a situação é pior na Ásia, onde 71% dos primatas foram classificados como &#8220;vulneráveis&#8221;, &#8220;ameaçados&#8221; ou &#8220;criticamente ameaçados&#8221;.<br />
<a id="more-424"></a></p>
<p>A destruição de habitats naturais e, mais recentemente, a caça para o comércio ilegal ou a alimentação explicam a dizimação das espécies, afirmou a IUCN, uma organização que engloba mais de mil governos e ONGs. </p>
<p>&#8220;Ao longo dos anos temos expressado nossa preocupação com o desaparecimento dos primatas, mas agora temos dados sólidos que mostram que a situação é muito mais crítica do que havíamos imaginado&#8221;, disse o presidente do grupo de especialistas em primatas da IUCN e presidente da ONG Conservação Internacional, Russell Mittermeier. </p>
<p>&#8220;A destruição das florestas tropicais sempre foi a causa principal, mas agora parece que a caça é uma ameaça séria em algumas áreas, mesmo quando o habitat está intacto&#8221;, prosseguiu. </p>
<p>&#8220;Em muitos lugares, os primatas estão sendo literalmente devorados até a extinção.&#8221;</p>
<p><strong>Situação “assombrosa”</strong><br />
A avaliação geral sobre as 634 espécies de primatas do planeta foi &#8220;assombrosa&#8221;, na descrição de um porta-voz da própria instituição.</p>
<p>Na Ásia estão os cinco países com maior proporção de espécies ameaçadas de primatas: Camboja (onde 90% das espécies estão ameaçadas), Vietnã (86%), Indonésia (84%), Laos (83%) e China (79%). </p>
<p>Em relação à África, os pesquisadores disseram ter considerado mudar para melhor a avaliação dos gorilas que vivem nas montanhas entre Uganda, Ruanda e a República Democrática do Congo. </p>
<p>Entretanto, a instabilidade política nesses países, que coloca os gorilas literalmente no meio do tiroteio, adiou uma reclassificação de &#8220;criticamente ameaçados&#8221; para &#8220;ameaçados&#8221;. </p>
<p>Na América do Sul, a IUCN considera que 40% das espécies de primatas estão correndo perigo.</p>
<p><strong>Brasil</strong></p>
<p>O levantamento apontou como um &#8220;caso de sucesso&#8221; – embora ainda motivo de preocupação – a preservação de micos-leões nas florestas brasileiras. </p>
<p>Na sua “lista vermelha”, a IUCN passou a considerar &#8220;ameaçadas&#8221; - e não &#8220;criticamente ameaçadas&#8221;, como antes - duas espécies de micos-leões. </p>
<p>Os micos-leões pretos foram uma das espécies reclassificadas, seguindo a mesma trajetória dos micos-leões dourados na lista de 2003. </p>
<p>40% das espécies de primatas na América do Sul estão ameaçadas<br />
<img id="image423" height=95 alt=mico1.jpg src="http://www.douglasbete.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/08/mico1.miniatura.jpg" /><br />
De acordo com o relatório, a reclassificação é &#8220;resultado de três décadas de esforços de conservação envolvendo inúmeras instituições&#8221;.</p>
<p>&#8220;Os micos-leões selvagens estavam quase extintos, mas eram muito populares nos zoológicos. Havia uma grande população em cativeiro. Por isso, zoológicos ao redor do mundo decidiram unir forças para introduzir um programa de reprodução em cativeiro e reintroduzir os micos-leões no Brasil&#8221;, explicou Vié. </p>
<p>Apesar do sucesso, a instituição chamou a atenção para a necessidade de proteger as florestas para garantir a sobrevivência dos micos-leões no habitat natural. </p>
<p>&#8220;Populações de ambos os animais agora estão bem protegidas, mas ainda são pouco numerosas, gerando uma necessidade urgente de reflorestamento para prover novos habitats para sua sobrevivência no longo prazo&#8221;, disse o relatório. </p>
<p>A “lista vermelha” completa de espécies ameaçadas, incluindo dados dos primatas e de outros animais, deve ser divulgada no Congresso Mundial da IUCN sobre Conservação, em Barcelona, em outubro.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRSS>http://www.douglasbete.com.br/blog/archives/424/feed/</wfw:commentRSS>
		</item>
		<item>
		<title>Brazil launches rainforest fund</title>
		<link>http://www.douglasbete.com.br/blog/archives/421</link>
		<comments>http://www.douglasbete.com.br/blog/archives/421#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 02 Aug 2008 00:27:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>douglas</dc:creator>
		
	<category>Meio-ambiente</category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.douglasbete.com.br/blog/archives/421</guid>
		<description><![CDATA[Brazil launches rainforest fund
 
The government vowed to reducing rainforest destruction
Brazilian President Luis Inacio Lula da Silva has launched an international fund to protect the Amazon rainforest and help combat climate change. 
The fund will promote alternatives to forest-clearing for people living in the Amazon, and support conservation and sustainable development.

Officials will seek donations abroad [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Brazil launches rainforest fund<br />
 <img id="image419" height=96 alt=lula.jpg src="http://www.douglasbete.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/08/lula.miniatura.jpg" /><br />
The government vowed to reducing rainforest destruction<br />
Brazilian President Luis Inacio Lula da Silva has launched an international fund to protect the Amazon rainforest and help combat climate change. </strong><br />
The fund will promote alternatives to forest-clearing for people living in the Amazon, and support conservation and sustainable development.<br />
<a id="more-421"></a><br />
Officials will seek donations abroad and aim to raise $21bn (£11bn) by 2021. </p>
<p>But a government minister said Brazil would not accept foreign interference in its Amazon policy. </p>
<p>The environmental group Greenpeace said it was the first time Brazil had accepted a link between global warming and preserving the rainforest. </p>
<p><strong>&#8216;Sovereignty non-negotiable&#8217;</strong> </p>
<p>Speaking at the launch in Rio de Janeiro, President Lula said Brazil was aware of how much the Amazon meant to the wider world. </p>
<p><strong> The Amazon rainforest </strong><br />
 <img id="image420" height=96 alt=lula1.gif src="http://www.douglasbete.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/08/lula1.miniatura.gif" /><br />
<strong>Largest continuous tropical forest<br />
Shared by nine countries<br />
65% Brazilian territory<br />
Covers 6.6m sq km in total<br />
Pop: 30m - 23.5m are in Brazil </strong><br />
&#8220;It&#8217;s better for the country&#8217;s image to do things right, so we can walk in international forums with our heads high,&#8221; he added. </p>
<p>But the Brazilian leader also insisted that the Amazon&#8217;s preservation was Brazil&#8217;s responsibility. </p>
<p>&#8220;We&#8230; want the sovereignty that we hold over Amazonian territory and the decisions that are made in this region to be respected,&#8221; he said. </p>
<p>Roberto Mangabeira Unger, minister for strategic affairs, put the point more forcefully: </p>
<p>&#8220;The fund is a vehicle by which foreign governments can help support our initiatives without exerting any influence over our national policy. </p>
<p>&#8220;We are not going to trade sovereignty for money.&#8221; </p>
<p><strong>New thinking</strong> </p>
<p>Greenpeace in Brazil said that the country was accepting the link between global warming and preserving the forest for the first time. </p>
<p>&#8220;For a long time, Brazil was violently opposed to this, insisting fossil fuel was to blame,&#8221; said Sergio Leitao, director of public policies for Greenpeace Brasil. </p>
<p>&#8220;That&#8217;s true, historically speaking, but today forests play an important role.&#8221; </p>
<p>Brazilian Environment Minister Carlos Minc called for a radical change in environmental attitudes: </p>
<p>&#8220;We are committed to reducing the destruction of the rainforest, to eliminating illegal burning and to guaranteeing a better quality of life for all. </p>
<p>&#8220;Our war is not won by simply reducing illegal burning in one month, it will be won once this environmental model that is destroying our communities and biodiversity is history.&#8221; </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRSS>http://www.douglasbete.com.br/blog/archives/421/feed/</wfw:commentRSS>
		</item>
		<item>
		<title>Rare fossils in India threatened</title>
		<link>http://www.douglasbete.com.br/blog/archives/418</link>
		<comments>http://www.douglasbete.com.br/blog/archives/418#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 23:07:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>douglas</dc:creator>
		
	<category>Paleontologia</category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.douglasbete.com.br/blog/archives/418</guid>
		<description><![CDATA[Rare fossils in India threatened  
By Salman Ravi
BBC News, Sahebganj, Jharkhand  

Geologists are calling for an immediate ban on stone mining in the area
A treasure trove of history preserved by nature for millions of years in eastern India is threatened with extinction. 
Plant fossils, scattered all over the Rajmahal Hills in Sahebganj district [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Rare fossils in India threatened  </p>
<p>By Salman Ravi<br />
BBC News, Sahebganj, Jharkhand  </p>
<p><img id="image415" height=96 alt=Rare.jpg src="http://www.douglasbete.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/07/Rare.miniatura.jpg" /><br />
Geologists are calling for an immediate ban on stone mining in the area<br />
A treasure trove of history preserved by nature for millions of years in eastern India is threatened with extinction. </strong><br />
Plant fossils, scattered all over the Rajmahal Hills in Sahebganj district of Jharkhand state, are fast finding their way into the hundreds of crusher machines that are reducing them into stone chips to be used in road construction.<br />
<a id="more-418"></a><br />
Spread over approximately 2,600 sq km, the Rajmahal Hills are home to plant fossils dating back between 68 million years and 145 million years. </p>
<p>Over the years, geologists and palaeobotanists from all over the world have visited the area for their research. </p>
<p>Here, scientists could lay their hands on some of the rarest plant fossils ever conserved by nature. </p>
<p>Examples of these Jurassic age plant fossils - known as Rajmahal Flora - are to be found in many museums across the globe. </p>
<p>The Birbal Sahni Institute of Palaeobotany in the northern city of Lucknow also has an impressive collection. </p>
<p><strong>&#8216;Worried&#8217;</strong> </p>
<p>But this wonder of nature is fast disappearing and geologists say the fossils may soon all be gone. </p>
<p>The state government of Jharkhand has given out a mining lease in the area to private companies who are practically blowing up the hills to obtain rocks which are then crushed to make stone chips.<br />
<img id="image416" height=96 alt=Rare1.gif src="http://www.douglasbete.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/07/Rare1.miniatura.gif" /><br />
&#8220;This is what is worrying us. The treasure which nature has conserved for millions of years would be wiped out in a matter of months if an immediate ban on stone mining is not imposed in the area,&#8221; says Syed Raza Imam Rizvi, head of the geology department at Sahebganj College. </p>
<p>&#8220;Those who have the mining lease are cutting down the hills. All the hills need to be conserved for research. </p>
<p>&#8220;If proper excavation and study is carried out, we could also find the fossils of reptiles and other animals which existed during the Jurassic and the Triassic age. Maybe one day we can even find a fossil of a dinosaur here,&#8221; Mr Rizvi says. </p>
<p>The villagers in the area, from the Pahadiya tribe, say they are fed up of trying to protect the fossils from suspicious visitors. </p>
<p>&#8220;We have been guarding these fossils like our ancestors did in the hope that a park would come up here some day and the government would take care of it. Now everything is being wiped out,&#8221; says Gangu Pahadiya, the headman of Tara village. </p>
<p><strong>&#8216;Fossil Road&#8217;</strong> </p>
<p>When the state of Jharkhand was created in 2000, the government announced a &#8220;Jurassic Park&#8221; would be set up in Sahebganj to conserve the rare fossils in their natural habitat. </p>
<p>Local people said the government erected a sign some years ago for the proposed park.<br />
Rare fossils are being crushed and used in road construction<br />
<img id="image417" height=96 alt=Rare2.jpg src="http://www.douglasbete.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/07/Rare2.miniatura.jpg" /><br />
But now the board is gone, and some say the project has been shelved. </p>
<p>Since many villages in the region are inaccessible, the authorities decided to build a road to Tara village, where rare fossils lie scattered around. </p>
<p>The road has been christened &#8220;Fossil Road&#8221;, but geologists say what is shocking is that the stone chips used for constructing the road are actually fossils. </p>
<p>A forest department official in the area, Pujan Singh, admitted that rare fossils were being used for road construction. </p>
<p>&#8220;The entire Rajmahal Hills are full of fossils of plants and reptiles. Those who have taken the mining lease don&#8217;t care about it. They don&#8217;t know about it,&#8221; Mr Singh said. </p>
<p>&#8220;The fossils are finding their way into the crusher machines that are reducing them into chips. We have tried to stop it, but there is very little that we can do. The mining department has allotted them a lease,&#8221; he said. </p>
<p><strong>&#8216;Precious gifts&#8217;</strong> </p>
<p>Jharkhand Chief Minister Madhu Koda promised the fossils would be protected. </p>
<p>&#8220;We are proud of possessing nature&#8217;s precious gifts in the form of fossils. We are working on a proposal to conserve them,&#8221; Mr Koda told the BBC. </p>
<p>But geologists say the authorities need to act immediately to save from destruction the evidence of a world that existed millions of years ago. </p>
<p>&#8220;The Rajmahal Hills need to be conserved in their natural habitat to facilitate further studies and research. If mining activities continue at such a pace, everything would be destroyed and the generations to come will never forgive us,&#8221; said geologist Nitish Priyadarshi. </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRSS>http://www.douglasbete.com.br/blog/archives/418/feed/</wfw:commentRSS>
		</item>
		<item>
		<title>Nasa descobre &#8216;2ª estrela mais brilhante da Via Láctea&#8217;</title>
		<link>http://www.douglasbete.com.br/blog/archives/414</link>
		<comments>http://www.douglasbete.com.br/blog/archives/414#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 22:39:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>douglas</dc:creator>
		
	<category>Astronomia</category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.douglasbete.com.br/blog/archives/414</guid>
		<description><![CDATA[Nasa descobre &#8216;2ª estrela mais brilhante da Via Láctea&#8217; 
 
A estrela brilha com intensidade de 3,2 milhões de Sóis 
Astrônomos da Nasa identificaram uma estrela que pode ser a segunda mais brilhante da Via Láctea. Identificada como “estrela da nebulosa Peony”, o astro foi revelado por meio de imagens do telescópio espacial Spitzer. A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Nasa descobre &#8216;2ª estrela mais brilhante da Via Láctea&#8217; </p>
<p> <img id="image413" height=48 alt=Astronomia.jpg src="http://www.douglasbete.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/07/Astronomia.miniatura.jpg" /><br />
A estrela brilha com intensidade de 3,2 milhões de Sóis </p>
<p>Astrônomos da Nasa identificaram uma estrela que pode ser a segunda mais brilhante da Via Láctea. </strong>Identificada como “estrela da nebulosa Peony”, o astro foi revelado por meio de imagens do telescópio espacial Spitzer. A descoberta foi divulgada pela em artigo na publicação científica Astronomy and Astrophysics. </p>
<p>Segundo os astrônomos, ela brilha com a intensidade estimada de cerca de 3,2 milhões de Sóis como o do sistema solar.<br />
<a id="more-414"></a><br />
Os cientistas acreditam que a estrela poderia até competir com a Eta Carinae – que tem brilho aproximado ao de 4,7 milhões de Sóis - pelo título de estrela mais brilhante da galáxia. </p>
<p>Isso porque, de acordo com os astrônomos, é difícil medir com exatidão a luminosidade dos astros, e a estrela da nebulosa Peony poderia ser mais brilhante. </p>
<p><strong>Luz infravermelha</strong></p>
<p>&#8220;A estrela da nebulosa Peony é uma criatura fascinante. Parece ser a segunda estrela mais brilhante que conhecemos na galáxia e está localizada bem do centro da Via Láctea&#8221;, disse Lidia Oskinova, da equipe de astrônomos. </p>
<p>&#8220;Há provavelmente outras estrelas tão brilhantes, se não mais brilhantes, que permanecem escondidas de nossa visão&#8221;, afirmou. </p>
<p>Os cientistas já sabiam da existência da estrela, mas por causa de sua localização, numa região com muitas nuvens de poeira cósmica, sua luminosidade não havia sido revelada até agora. </p>
<p>Segundo a Nasa, o brilho da estrela foi identificado graças à tecnologia do telescópio Spitzer, que permite a visualização de regiões com um sensor de luz infravermelha.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRSS>http://www.douglasbete.com.br/blog/archives/414/feed/</wfw:commentRSS>
		</item>
		<item>
		<title>Fóssil de peixe com 4 patas seria &#8216;elo perdido&#8217;</title>
		<link>http://www.douglasbete.com.br/blog/archives/412</link>
		<comments>http://www.douglasbete.com.br/blog/archives/412#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 27 Jun 2008 23:08:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>douglas</dc:creator>
		
	<category>Paleontologia</category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.douglasbete.com.br/blog/archives/412</guid>
		<description><![CDATA[Fóssil de peixe com 4 patas seria &#8216;elo perdido&#8217; 
Matt McGrath
De Londres

Um desenho do Ventastega sobreposto à uma foto do fóssil
Cientistas britânicos disseram que o fóssil de um peixe com quatro patas ajuda a esclarecer o processo de evolução da vida no planeta.A criatura tinha o corpo de um peixe e a cabeça de um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Fóssil de peixe com 4 patas seria &#8216;elo perdido&#8217; </p>
<p>Matt McGrath<br />
De Londres<br />
<img id="image411" height=96 alt=dino.gif src="http://www.douglasbete.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/06/dino.miniatura.gif" /><br />
Um desenho do Ventastega sobreposto à uma foto do fóssil<br />
Cientistas britânicos disseram que o fóssil de um peixe com quatro patas ajuda a esclarecer o processo de evolução da vida no planeta.</strong>A criatura tinha o corpo de um peixe e a cabeça de um animal mais adaptado para viver na terra do que na água.<br />
<a id="more-412"></a><br />
Um estudo do fóssil, publicado na revista acadêmica Nature, diz que a espécie, Ventastega curonica, teria a aparência semelhante à de um crocodilo. Segundo os autores, a espécie, com 365 milhões de anos, chegou a uma &#8220;rua sem saída&#8221; em termos evolutivos e desapareceu. </p>
<p>Cerca de 100 milhões de anos antes de os dinossauros começarem a vagar pela Terra, a espécie Ventastega podia ser encontrada nas águas rasas e estuários da região hoje conhecida como Látvia. </p>
<p>De acordo com o autor principal do estudo, professor Per Ahlberg, da Uppsala University, na Suécia, a criatura tinha a cabeça de um tetrápode - animal adaptado a viver na terra. </p>
<p>O corpo, no entanto, tinha formato de peixe e incluía quatro nadadeiras primitivas.</p>
<p>&#8220;À distância, (a criatura) teria parecido um crocodilo. Mas de perto, você teria notado uma barbatana de rabo na parte traseira e uma guelra ao lado da cabeça, além de linhas de poros ondulando pela cabeça e corpo&#8221;, disse Ahlberg. </p>
<p>&#8220;Em termos de sua construção, o animal já tinha sofrido a maioria das transformações de peixe para animal terrestre, mas em termos de estilo de vida, você ainda tem um animal aquático.&#8221; </p>
<p>Especialistas acreditam que a Ventastega represente um importante estágio na jornada evolutiva que levou criaturas do mar para a terra. </p>
<p>No passado, os cientistas achavam que estes primeiros anfíbios foram evoluindo de uma espécie para outra de forma linear, mas a descoberta desse fóssil indica que essas criaturas foram se diversificando em ramos diferentes ao longo do tempo. </p>
<p>Ahlberg fala da descoberta de um outro fóssil, chamado Tiktaalik, em 2004, no Canadá.</p>
<p>Os especialistas acreditam que esse animal seja o elo que faltava na corrente evolutiva, preenchendo a lacuna entre os peixes e os mamíferos terrestres. </p>
<p>Segundo Ahlberg, a Ventastega é uma espécie posterior, mas é uma forma mais primitiva de transição animal.</p>
<p>&#8220;A Ventastega preenche a lacuna entre a Tiktaalik e os primeiros mamíferos terrestres. Todas essas mudanças nessas criaturas não estão acontecendo de forma ordenada&#8221;, explicou. &#8220;É um mosaico com partes diferentes do animal evoluindo em velocidades diferentes&#8221;. </p>
<p>&#8220;A Ventastega adquiriu algumas características de um animal terrestre, mas ainda não incorporou outras (…), por exemplo, a criatura tinha pés primitivos - mas com um grande número de dedos&#8221;, disse Ahlberg. </p>
<p>&#8220;A Ventastega tinha, provavelmente, membros como os da Acanthostega (outra espécie de transição). Eram coisinhas pequenas espetando para fora, com um número estranhamente alto de dedos. Você tinha sete, oito, talvez até nove dedos por pé, ao invés dos cinco que você esperaria encontrar em animais modernos.&#8221; </p>
<p>Infelizmente para a Ventastega, a quantidade alta de dedos não leva inevitavelmente ao sucesso evolutivo. A espécie se extingüiu. Outras criaturas continuaram evoluindo e tornaram-se nossos distantes ancestrais terrestres. </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRSS>http://www.douglasbete.com.br/blog/archives/412/feed/</wfw:commentRSS>
		</item>
	</channel>
</rss>
